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Blog de Campo de Trigo Com Corvos (Livro de Contos de Silas Correa Leite)
 


ASSIM ESCREVEM OS ITARAREENSES

Livro de Prosa de Itararé, Antologia Editada Por Silas Correa Leite – WWW.artistasdeitarare.blogspot.com/

 

Toda a história de Itararé, desde a sua longínqua fundação (terra doada por Dom Pedro à Marquesa de Santos), foi pautada pela verve criativa de seu povo altivo, alegre, festeiro, cantador e proseador, talvez por influência de imigrantes europeus que aqui aportaram fugindo de uma Europa em crise, e em Itararé acharam um berço esplêndido. Pois Itararé, belíssima cidade de divisa, às barrancas do Paraná, sudoeste do Estado de São Paulo, final do ramal da Estrada de Ferro Sorocabana, recebeu seus viajadores que aqui fixaram raízes, deixaram descendentes brilhantes, deram testemunho de luta e braveza, criando artes gerais também, produzindo humanamente de fotógrafos a pintores, de literatos a cantores, de músicos a personalidades de destaque em todas as áreas, o chamado clã dos “Fanáticos Por Itararé” dando personalidade bela e hilária a esta Itararé - passando de centenária - de agora que amamos tanto, inclusive e principalmente aqui com esse acervo de Literatura Itarareense.


 

 

Antologia Literária de Itararé:

Com tantos artistas em seu chão de estrelas, do Maestro Gaya que descobriu e produziu Chico Buarque de Hollanda, a Carlos Casagrande, Ator da Rede Globo de Televisão, ou mesmo Luiz Antonio Solda, cartunista Premiado no São Internacional de Humor de Piracicaba, ou ainda Jorge Chuéri pintor impressionista com prêmios no mundo inteiro, a Edson Marques, ficcionista premiado na Espanha (Prêmio Miguel de Cervantes), ou Maria Aparecida Coquemala, premiada em Portugal e na Itália, passando por Zé Maria Silva o maior contador de Causos de Itararé premiado no Elos Clube-Comunidade Lusíada Internacional, a Silas Correa Leite, Vencedor do Primeiro Salão de Causos de Pescadores (USP) e ainda premiado em Portugal no Concurso de Microcontos Ficção & Fantástico (Edições Simetria), Portugal, estava na hora de Itararé, histórica Estância Boêmia,  pitoresca e bucólica, bonita pela própria natureza, ter seu primeiro livro como um mosaico de prosa em recolhes literais. Ei-lo em contos, ficções, histórias como antologia letral de um tempo, um povo, um lugar. Junto com estes nomes, Gustavo Correa que já editou um livro, José Rodolfo estudante universitário de Letras em Itararé que estréia aqui como promessa, Moacir Medeiros Alves que já editou dois livros, Sebastião Pereira da Costa  consagrado com o livro Não Verás Nenhum País como este (Editora Record, prefácio de FHC) ou ainda Zunir Pereira de Andrade, também já editado com prefácio de Francisco Marins. Uma terra com tantos talentos, merece ter um conjunto de sua obra narrativa como documento de sua produção literária no quesito prosa. Assim Escrevem os Itarareenses

 

Assim Escrevem os Itarareenses

 

-Este livro buscou, como projeto de coletânea, reunir escritores de prosa de Itararé, e já foi feliz no achado como um todo: 5 autores com mais de um livro editado (Silas Correa Leite, Maria Coquemala, Edson Marques, Moacir Medeiros Alves, Sebastião Pereira Costa); 5 autores premiados; (Edson, Maria Coquemala, Silas, José Maria), três autores como prêmios internacionais de renome (Edson, Coquemala, Silas), dois autores com um livro editado (Gustavo Correa, Zunir Pereira de Andrade), o estreante José Rodolfo rica promessa, além do convidado especial, Jorge Chuéri, um polivalente talento fora de série (e fora do sério), o maior patrimônio cultural de Itararé, artista de raro destaque e vivacidade fora do comum,  pintor impressionista com prêmios no mundo inteiro (Europa, Ásia, América), no Banco Real de Talentos (Talentos da Maioridade), além de escritor, jornalista, poeta, compositor, boêmio, folião, carnavalesco, comerciante, diretor-fundador de clube, contador de causos, humorista, no popular dizer do cantor Gonzaguinha “Gente mais maior de grande”. Esta obra é também e por isso mesmo uma honrosa homenagem ao Jorge Chuéri, por sua lição de vida, por sua missão de nos enriquecer dele, de nos fazer sorrir, cantar, curtir sua harmonia e luz, sua criatividade, seu salutar bem viver, exemplo de fé, determinação e camaradagem. Jorge Chuéri, com nosso orgulho, o maior artista deste chão de estrelas de Itararé, aqui por isso também muito bem representado em arte letral, em sua justa homenagem e



 

Contos, Causos, Ficções, Histórias, trabalhos excelentes e premiados (até mesmo em concursos de renome no exterior), narrativas que compõem a gama da arte literária de Itararé ao longo de seus mais de cem anos. Aqui, contações alegres, notadamente históricas, filões tristes ou com bases em estilos  que vão do surrealismo ao realismo fantástico, microcontos, etc., tudo dando uma rica demonstração desta gama que é o oficio letral de escrever e dar depoimento de e sobre Itararé, como um legado feliz de um povo que produz e consome a sua própria cultura. Itararé que é portentosa em acervo de músicos, boêmios (seresteiros de sua famosa fauna notivaga); pintores, atores, cantores, compositores, humoristas – contadores de causos - fotógrafos, historiadores, acadêmicos, portanto sempre muito bem representada no Mapa Cultural Paulista (cujos idealizadores indagam curiosos e surpresos: -“O que é que Itararé tem para ter um enorme e primoroso celeiro de talentosos artistas?”) também o é em Educação, Direito, História, Rádio, Imprensa forte e, como aqui mostra a coletânea “ASSIM ESCREVEM OS ITARAREENSES, Primeira Antologia de Prosa”, Itararé também é além de extremamente produtiva em poetas – já arrolados em assentos de outras excelentes antologias –  aqui se mostra esplendidamente forte tambem com seus prosadores de alto gabarito, mostrando que, sim, Itararé é a capital lítero-cultural (ou artístico-cultural) da região sul do estado de São Paulo. E quem quiser que conte outras. A presente coletânea reúne os melhores contistas, partindo da idéia de começar pelos seus autores premiados, depois os que editaram pelo menos um livro e fora de Itararé, depois, aqui e ali, um achado que, no momento, demonstrasse o estilo todo próprio, singular, mais a qualidade técnico-narrativa, a construção do trabalho, valorando o currículo, o histórico de criatividade que bem representasse o povo, o lugar, suas contações e peculiaridades num registro literário de quilate além da crônica, o que, certamente, será objeto de projeto editorial no futuro, e congregará alguns nome desta obra e ainda dezenas de outros  tantos escritores  importantes de Itararé.

 



Escrito por zanzes às 15h27
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Escrito por zanzes às 14h11
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Ebook “BULBOS TRANSVERSOS” Poemas e Deconcertezas

Cyber Poeta Silas Correa Leite Lança Novo Livro Virtual de Poesia na web

“...Só me interessam os passos que tive que dar na

vida para chegar a mim mesmo” - Hermam Hesse

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Pela internacional Editora Bookess, atuando em todo território brasileiro e no mundo da internet, o Cyber Poeta Silas Correa Leite lança agora um novo livro virtual de poemas modernos que está disponível free no link http://www.bookess.com/profile/poesilas/books/

BULBOS & TRANSVERSOS – Tear Silencial de MINS – Poemas - BULBO(S): Bulbo é a forma da cebola e da lâmpada elétrica incandescente. Em Literatura, o que na prosa ou Poesia nasce disso tudo como metáfora, perguntamento, cantagonia, calamento ou desvairado inutensílio. Bulbos ainda em Literatura, como neste ebook é tudo o que em si mesmo pode ser, ou não ser – O Poeta é um fingidor (Fernando Pessoa) – vindo do fundo da alma, do inconsciente, da arte como levitação, feito um regurgitar, um vagido; chorumes na paleta de inventariar o inexistente, feito sagração silencial de teares poéticos e afins. BULBOS TRANSVERSAIS, Poemas e Desconcertezas, é um livro de poemas feito uma mixórdia letral. Fragmentos de matizes e iluminuras? Tabuleiro de catanças desparafusadas, um sachê de errações; o poeta no confeito de pintar a obra de ícaros e húmus & ácaros. “Mins” e H2 Outros, claro, um tear salpicado de desvarios díspares, inventários, experimentações, sacadas e inutilezas, até porque o autor diz que do “jazz nasce a luz”´. Bulbos também porque tem suas raízes de pés vermelhos no Paraná, criado na Estância Boêmia de Santa Itararé das Artes, depois, viajoso e turrão por Sampa, ora Samparaguai, o Estado-Máfia, que o autor destila, decifra e nomina (como Tom Zé que “ama-odeia” São Paulo). Reversos e transversos porque o autor acerta a mão, erra a mão, destila seu vinhoverbo, revida, critica, desconcerta (transverso), postula, implica, retrata, cria rastilhos, depõe, delata, salpicando suas várias pensagens (pensamentos-mensagens), seus estrambólicos pensadilhos (pensamentos-trocadilhos), passando por Twitterpoemas, letras de rocks, baladas and blues, e, claro, Silas e suas “siladas”, o que dá em poesia e afins, desaforismos alhures, sempre esmerilhando vocábulos, neologismos, entre criações, contentezas e barulhanças, artes e cantares. O tear é mais embaixo. Pirações letrais. Experimentações e acertos. Técnicas de aproximação. Algumas epifanias turvas também. Humores e ironias no foxtrot da obra. Nódoas que não silenciam sobre si mesmas. No solo de silêncio, que é o chamado exercício do fazer poético, as cantagonias. Berrar é humano? As palavras singram e sangram. Eu, você, mins e nosotros. Tudo a ver? Periga ler. Pois este livro de poema vem depois de um Porta-Lapsos, outro livro do autor, anterior, de poesia também, entre obras meio marginais deste cyberpoeta e escritor premiado em verso e prosa, que consta em mais de cem antologias literárias, inclusive no exterior, também ganhador de vários concursos de renome, já autor de outros livros. O autor está em mais de 800 links de sites. Ser tachado de o “Neomaldito da web” (Site Capitu) não é fácil. O Cyber Poeta Silas Corrêa Leite esteve, entre outros, no Programa Provocações, TV Cultura de São Paulo, e, com sua metralhadora cheia de lágrimas (e sua contundente e pragmática “poética de tristeza”), ainda disparou: “Corto os pulsos com poesia”. Que os bulbos deste livro apontem chips poéticos, janelas, tercetos, haiquases, desvairados inutensílios, e digam da poesia do autor como gritos disparados no ar, entremeados, sígnicos, lustrais, e com as desimportâncias, afinal, se um poeta disse que “o importante é que a emoção sobreviva”, e outro disparou “faz escuro mas eu canto”, que no fazer poético deste livro, o autor, feito um ladrão de fogo (Rimbaud), esparrame suas raízes (búlbicas), suas criações, suas centelhas, seus fios tenebrosos, fiosterra que sejam, na panaceia dessa desvairada pauliceia sociedade anônima, nesse afrobrasilis de tantas disparidades sociais, dando testemunho de que, sim, os loucos herdarão a terra, mas, enquanto criticam o pântano da condição humana, nesses tenebrosos tempos pósmodernos de tantas infovias efêmeras, ainda assim e por isso mesmo, dão testemunhos de resistência com a sensibilidade ferida. Afinal, não é fácil ser sensível (e não se estarrecer na arte como libertação) nessa época de muito ouro e pouco pão. E quem quiser que vá parir estrelas. Anjos caídos usam os poetas para conversar com os loucos?

 Divulgação e Release: CULT-NEWS – Sede São Paulo – Contatos: E-mail: la-goendi@bol.com.br

 



Escrito por zanzes às 10h43
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POESIA BOA – Silas e suas siladas 2013

Penso, logo, me incluo

 

Poesia boa, de bom quilate, não é necessariamente aquela que tem métrica matemática como um pelotão de isolamento criacional, ritmo fortuito, metáfora de passagem, ou coisa assim, mas é POESIA propriamente dita aquela que invoca, evoca, transfigura, toca, surpreende pelo inusitado além da estética ou disposição gráfica, faz rir, faz sentir o pensar, faz pensar o sentir, trans-forma, clarifica, faz os olhos se encherem de sangue, faz  a alma ser adoçada, feito respiração da alma. Faz o espírito ficar ridente, risador, faz o leitor se sentir naquilo que capta do que lê, ele mesmo até se sentindo portador, como se o próprio autor daquilo em que mergulha cabeça, coração e mente, pelo prazer de saber e sacar aquilo que colhe da leitura edificante, arrebatado, emotivo, gostosamente cativado, ins-pirado, com a música-luz daquilo que até de lustral lê, ou ainda atingido, sacudido, iluminado, quebrado na iluminura de sua compleição, feito assim como uma poesia tipo cerol na jugular

Silas e suas siladas – E-mail: poesilas@terra.com.br

WWW.artistasdedeitarare.blogspot.com/

 



Escrito por zanzes às 13h06
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Escrito por zanzes às 13h04
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